junho 12, 2018

Consumo Inteligente | 5 Questões a responder antes do processo de compra



O processo de compra pode ser bastante intuitivo. Impulsivo. Ou bastante ponderado. A melhor estratégia é optar, sempre, pela compra ponderada. Quanto mais não seja para evitar arrependimentos. No entanto, ninguém é perfeito. E volta e meia dá por si prestes a fazer (mais) uma compra por impulso. Se o seu processo de compra tende a ser impulsivo. Saiba que existe uma boa estratégia para contrariar tal tendência. Basta responder com a maior sinceridade a cada uma das seguintes questões.
  1. A peça em questão faz-me realmente falta? É a questão mais importante de todas e que deve ser respondida com real sinceridade. A verdade é que o simples facto de determinada peça não fazer realmente falta é o suficiente para evitar compras por impulso e totalmente desnecessárias. Esta questão é mais importante se se tiver em consideração que pode simplesmente estar prestes a comprar uma peça semelhante a tantas outras que já existem no seu roupeiro.
  2. Já existe alguma peça semelhante no meu roupeiro? Esta é a segunda questão mais importante porque, verdade seja dita, ninguém quer ter no seu roupeiro um número ilimitado de peças muito semelhantes. O que torna um guarda-roupa versátil é precisamente, a diversidade de peças no que toca ao corte, cor, padrão e material.
  3. Esta peça conjuga-se facilmente com, pelo menos, 3 peças do meu guarda-roupa atual? É a forma mais fácil de perceber se determinada peça é realmente versátil. Se estiver perante uma peça que só consegue conjugar de uma forma, então está perante um mau investimento, em vários aspetos. Não lhe vai permitir uma boa versatilidade no guarda-roupa. Rapidamente será encostada para canto, visto que apenas permite uma forma de coordenação. Assim sendo, é fundamental que a peça permita fazer vários coordenados com as peças que já existem no seu guarda-roupa a fim de ver o seu investimento rentabilizado.
  4. Qual o custo por uso da peça? É uma questão muito pertinente. Nomeadamente quando se encontrar perante uma peça que é um verdadeiro investimento. É importante pensar se vai realmente usar muitas vezes a peça, para diminuir ao máximo o custo por uso da peça. Se estiver a planear usar a peça apenas numa situação muito específica talvez não seja um bom investimento. Isto porque dificilmente a peça valerá a pena. Acredite.
  5. Vou continuar a gostar da peça num futuro breve? A par da questão anterior, esta também é bastante pertinente. Isto porque se existir o mínimo detalhe na peça que a deixe insegura durante a sua utilização, então não está perante um bom investimento. Uma vez que rapidamente a encostará para canto. E a razão principal para isso acontecer é precisamente aquele pequeno detalhe que, no provador, a deixou insegura.

4 comentários:

  1. Eu sou daqueles que às vezes deixa-se levar pelo preço e depois deixa a peça na própria saca ou com a etiqueta e demoro tempo a estreá-las...

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    1. Essa não é uma muito boa política porque é sinal que afinal a peça não faz assim tanta falta! ;)
      Beijinho

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  2. Em início de saldos, estes posts valem ouro :) infelizmente, as respostas a essas perguntas são muito relativas e há muita gente sem auto-controlo que implementando estas estratégias consegue chegar a um consumo inteligente. E as mais perigosas mentiras são as que dizemos a nós próprios ;) beijinhos

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