abril 30, 2016

Consumo | Produtos Terminados [Abril]


 
Solução de lavagem íntima, Saforelle
Champô Bain Divalent, Kérastase
Água micelar Sébium, Bioderma
Óleo maravilhoso Ultra Suave, Garnier
Exfoliante de corpo Nativa Spa, O Boticário

abril 26, 2016

Valorização Pessoal | O peso (errado) da imagem

 
 
 
A nossa imagem é o nosso melhor cartão de visita. É a expressão da nossa personalidade ao mundo. É a expressão das nossas vivências e objetivos. É o que melhor nos define. É certo que pode ser criada. E totalmente reinventada. Mas cada pormenor é, nada mais, que o nosso melhor reflexo.
Nunca antes, como agora, imagem foi a palavra mais pronunciada. Nunca antes, como agora, o conceito foi tão explorado. Em todas as suas vertentes. Nomeadamente, a vertente negativa. Cada vez mais, se confere à imagem uma conotação negativa. São os estereótipos que exigem determinadas características para que se atinja uma certa imagem. É a importância errada e excessiva que se dá à imagem exterior. É o querer parecer ser em vez de realmente ser.
Para muitas pessoas ainda é difícil conviver com a sua imagem. Porque há sempre algo que não está como se gostaria. Porque há sempre uma característica a trabalhar. Ou, simplesmente, porque sim. São cada vez mais as barreiras que se erguem em torno da imagem. É cada vez mais incutida a falsa necessidade de se conquistar uma imagem perfeita. Quando isso não existe. Não há uma imagem, corpo, personalidade ou vida perfeitas. Há imagens. Há corpos. Há personalidades. Há vidas. Cada um tem a sua. E cada um deve respeitar-se e aprender a gostar de si como é. Pode parecer um lugar comum. Mas é mesmo verdade. E, acima de tudo, importante. Porque quanto mais uma pessoa se julga, menos se ama. E se há característica que não deve faltar é amor próprio. Nunca. Jamais.
 
 
A imagem foi tema principal em vários formatos noticiosos no fim de semana que passou. E é impossível não se ficar a pensar sobre o assunto. Se um formato dedicou a sua atenção à alimentação saudável. E à obsessão que muitas pessoas, hoje em dia, têm por se alimentarem de uma forma estrita e assertivamente saudável. Outro foi dedicado ao tema obesidade. Muito se pode dizer sobre ambos os temas. Muitas são as opiniões. E mais diversas não poderiam ser, verdade seja dita.
Nunca fui uma pessoa gorda. Já tive muitas variações de peso. E, no momento, sinto-me bem com o meu corpo e minha forma física. Nunca fui de extremos. De cortar alimentos só porque sim. De fazer exercício físico à bruta. De passar fome. Ou de comer em excesso só porque sim. Na minha família existem todos os tipos de corpos. Os mais magros e que, façam o que fizerem, não engordam. Os que, uma miserável folha de alface, os engorda. Os que gastam tudo o que comem. E os que não gastam. Enfim, somos uma família do mais banal que existe por esse mundo fora. Nunca, cá por casa, foi atribuído um peso errado à imagem. Não que sejamos desleixados a esse respeito. Simplesmente aceitamos o nosso corpo como ele é. E, a meu ver, é a melhor postura que se pode ter. Podemos e devemos fazer tudo o que está ao nosso alcance para ganhar saúde. E, se ganhar saúde, implicar perder peso, que seja. Se, por outro lado, implicar ganhar algum peso, que seja. O importante é que exista um equilíbrio entre o nosso físico e o nosso psicológico. Sempre!
A obesidade ainda é um tabu na nossa sociedade. Ainda é muito grande o preconceito que existe para com quem sofre de obesidade. Quando a atitude mais correta deve ser o incentivo à mudança de hábitos. Sejam eles de alimentação. Criação de rotinas de exercício físico. O que for. A sociedade deve aprender a apoiar e incentivar à mudança. Não deve (nunca!) humilhar, criticar ou desrespeitar o outro porque a sua imagem não está "dentro dos parâmetros". Até porque, verdade seja dita, o que resulta para um não tem, obrigatoriamente, de resultar para o outro. Não deveriam sequer existir parâmetros para o que deve ser uma boa imagem. Isso só leva à criação de uma sociedade mais arrogante, crítica e desrespeitosa.
 
 
Uma das melhores coisas que aprendi com a Consultoria de Imagem foi a não ligar a tamanhos. Mas sim a personalidades.  Não é o tamanho da roupa que nos faz uma melhor ou pior pessoa. Não é uma peça tendência que nos faz uma melhor ou pior pessoa. Não é a cor tendência que nos torna uma melhor ou pior pessoa. Tais escolhas e atitudes apenas nos tornam escravos da moda. Da sociedade. E de uma mentalidade errada. Quando falamos em imagem. Quando lhe atribuímos um determinado peso. Devemos, somente, assegurar-nos de que esta é um reflexo da nossa personalidade. Este deve ser o único peso da nossa imagem. Tudo o resto são balelas. Estereótipos errados. Mentalidades que urgem ser alteradas.
Sempre que se olhar ao espelho não procure o peso que está a mais ou a menos. Sempre que se olhar ao espelho, certifique-se que o reflexo que vê é o que quer ver. Somos muito mais do que um corpo gordo ou magro. Somos a soma das nossas atitudes. E é nossa obrigação, certificarmo-nos apenas de que o saldo é positivo. O resto? O resto é treta. Não queira ser mais um no rebanho. Não critique o outro só porque sim. Não critique. Ponto. Não atribua um peso errado à sua imagem. E à do outro. E a sua vida será tão mais feliz...
 
 

Opinião | Óleo Maravilhoso [Garnier]




Um cabelo seco exige cuidado extra. E hidratação extra. E não há melhor aliado para esta tarefa que os óleos para cabelo. Depois de tanto ouvir falar sobre. Decidi testar. E fiquei bastante satisfeita com o resultado. Apesar de ser um passo extra na rotina capilar. Tem os seus benefícios, há que admitir:
  • Sela as cutículas do fio de cabelo com muita facilidade.
  • Hidrata bastante bem o cabelo.
  • A sua aplicação facilita o desembaraçar e o pentear do fio de cabelo.
  • Dá brilho e confere suavidade ao toque.
  • Não pesa no cabelo.
  • Uma pequena quantidade é suficiente para fazer um bom trabalho.
  • Dura imenso tempo.
  • Apesar do doseador não chegar completamente ao final da embalagem, pode, facilmente, ser retirado e o produto ser utilizado na sua totalidade.
  • É um produto barato e que, facilmente, se encontra em promoção nos super e hipermercados.

abril 20, 2016

A B C do Estilo | Segredos para construir um guarda-roupa minimalista

 
 
 
O minimalismo pode (e deve!), ser aplicado a todos os aspetos da vida. Guarda-roupa incluído. Construir uma guarda-roupa eficiente e funcional é um fator diferenciador e transformador na vida de uma mulher. Em todos os aspetos. É uma nova confiança e autoestima que se ganham. É tempo que se ganha todas as manhãs. É dinheiro que se poupa...Enfim, só vantagens! Um guarda-roupa minimalista não é, obrigatoriamente e só, um guarda roupa parco em quantidade. É, isso sim, um guarda-roupa focado na funcionalidade, quantidade, qualidade, racionalidade e sentido prático.
Um guarda-roupa funcional é, tão e somente, um conjunto de peças de roupa e acessórios que são um reflexo do nosso estilo, personalidade e estilo de vida. É um conjunto de peças e acessórios que respondem às necessidades da mulher/homem. Nomeadamente, ao seu dia-a-dia típico e às atividades por ela/ele praticadas.
A quantidade e a qualidade estão intrinsecamente ligadas. Até porque menos é mais. Mais do que a quantidade, é importante dar primazia à qualidade. Quando priorizamos a qualidade estamos a ter em consideração a relação entre o custo da peça e o uso que lhe pretendemos dar, bem como a sua versatilidade.
A racionalidade é fundamental para a criação de um guarda-roupa minimalista. Isto porque reflete cuidado na escolha de cada peça de roupa. Mostra que se teve o cuidado de descobrir qual o nosso tipo de corpo e estilo pessoal por forma a adquirir, apenas, as peças com as quais nos identificamos. Além de nos permitir criar um equilíbrio entre o nosso estilo pessoal e as tendências de cada estação (a fórmula mágica para conseguir um guarda-roupa equilibrado e funcional).
Se cada peça do guarda-roupa preencher cada um dos requisitos anteriores. Estamos perto de concretizar o objetivo inicial. Isto porque, um guarda-roupa minimalista é, sem sombra de dúvida, facilitador e motivador do processo de escolha de coordenados todas as manhãs.
 
Bem vistas as coisas, o meu guarda-roupa sempre foi minimalista. No que à quantidade diz respeito. Além de nunca ter sido um totalmente um reflexo da minha personalidade. Confesso que há dias em que me apetece, simplesmente, livrar-me de praticamente tudo. Só não o faço porque corro o sério risco de ficar, literalmente, sem praticamente nada para vestir...
É um processo longo, a criação de um novo guarda-roupa. Mas, ao mesmo tempo, bastante motivador. E muito propício ao autoconhecimento. À mudança de hábitos de consumo. E ao, consequente, crescimento pessoal. Ainda há muito a fazer. Bem sei.. Por isso, que não se perca mais tempo.. Mãos à obra!!!
 

abril 18, 2016

Opinião | Solução de lavagem íntima [Saforelle]


 
 
 
A higiene íntima ainda é tratada com uma certa leviandade por muitas mulheres. É das piores atitudes que qualquer mulher pode ter relativamente à sua saúde e higiene. A verdade é que o cuidado com a higiene intima deve ser diário. E deve, sempre, ser usado um produto adequado às suas necessidades. De preferência, e sempre que possível, opte por produtos de farmácia. Isto porque os de supermercado, muitas vezes apenas estão carregados de detergentes e sabão. Que, muitas vezes, são responsáveis por irritações e alergias naquela que é das zonas mais delicadas do corpo da mulher. A solução de lavagem da imagem foi a última a terminar cá por casa. E o resultado foi bastante positivo:
  • É um produto muito suave e leve.
  • Tem um aroma muito suave.
  • A embalagem é grande, logo o produto dura imenso.
  • É um pouco caro, mas a relação qualidade/quantidade/preço compensa bastante.
  • Não causa qualquer irritação. 
  • Deixa uma sensação de grande frescura e limpeza.

abril 15, 2016

Valorização Pessoal | O minimalismo enquanto estratégia para uma vida mais feliz



Minimalismo tem sido a palavra do momento. Se é mais uma daquelas pessoas (tal como eu) que se cansou do consumo desenfreado e começou a dar prevalência a tudo o que o dinheiro não pode comprar. Se o seu maior propósito se tornou ser feliz e realizada. Então, o minimalismo pode, rapidamente, tornar-se na sua melhor estratégia. O minimalismo vai muito além de ser mais um estilo de vida. É, isso sim, uma ferramenta que lhe vai permitir concentrar-se no que é importante para que encontre felicidade, realização pessoal e, acima de tudo, liberdade.
A partir do momento em que começa a identificar o que já não é necessário. Começa a decidir de uma forma mais consciente. Começa a libertar-se das amarras do consumo. Para se ser minimalista apenas é exigida a vontade de o ser. Não existem regras a cumprir. Ou nenhum conjunto de passos que lhe irá ensinar a livrar-se do que está a mais. Cada um sabe o que é importante para si. Cada um tem a sua própria definição de felicidade.
Há muito que me familiarizei com o minimalismo. E cada vez mais me enquadro no "grupo" dos minimalistas. Nunca fui pessoa de acumular. Nunca fui de me apegar a objetos. Chego a ser apelidada de destralhadora. Não tenho qualquer pudor em livrar-me do que não preciso. Não gosto. Não uso. Ou não me faz falta. Talvez por ser uma pessoa simples. E desprovida de grandes bens materiais. Talvez por atribuir uma maior importância ao verbo ser do que ao verbo ter. A verdade é que, aos poucos, o termo minimalismo foi conquistando espaço no meu dia-a-dia. A vida é, nada mais, que uma viagem onde vamos aprendendo a conjugar o verbo aprender. Principalmente a ser uma melhor pessoa. Seja para comigo própria. Seja para com os outros. Porque é esse o nosso legado. A marca que deixamos no mundo. Quem somo enquanto pessoa.
 

 
Ainda que sem se aperceber, um minimalista dá por si a percorrer um longo caminho onde a palavra de ordem é desapego. Seja ele por bens materiais. Ou por pessoas. Eu, não fui exceção. O primeiro a sofrer as consequências foi o meu guarda-roupa. Que se antes era simples. Hoje é espartano. Cortesia da Consultoria de Imagem e dos seus benefícios. A seguinte, foi aquela que pode ser apelidada como uma extensão do guarda-roupa. Nomeadamente, a coleção de produtos de beleza. Aquela que julgava ser o meu calcanhar de Aquiles. Mas que, afinal, não o é. A verdade é que, na minha ignorância, julgava ter muitos produtos de beleza. Coisa que afinal não acontecia.  Apesar de, durante anos, assim pensar. Não era tão desenfreada no consumo de produtos de beleza como julgava ser. O meu único e maior erro era muitas (tantas!) vezes deitar produtos fora que ainda não tinham terminado completamente. E foi aqui que se deu a principal mudança. Comecei a reduzir (ainda mais!) o número de produtos em utilização. Sendo que, o objetivo, para além de simplificar as minhas rotinas de cuidado e de beleza. É apostar, sempre que possível, em produtos naturais e/ou com fórmulas e ingredientes o mais naturais possível.
O que nos leva à terceira, e mais importante, mudança ao longo de todo este processo. A mudança de hábitos de consumo. Aprender a investir de forma consciente. Compreender o meu papel enquanto consumidora e o impacto que as minhas atitudes têm no mundo. Seja através de uma maior consciencialização para o cuidado com o meio ambiente. Seja através da compreensão e do uso correto da gestão de tempo e dinheiro na sociedade atual. Mais cedo ou mais tarde adquirimos a consciência que somos seres individuais. Com vontade própria. E com um significado próprio de felicidade e realização. E, para mim, há muito que deixaram de ser os bens materiais. Ainda há um longo caminho a percorrer. Há muito a melhorar. E outro tanto a evoluir. Mas a sensação de liberdade, a criação de novas prioridades e a consciencialização real daqueles que são os meus valores. São, apenas e só, sinónimo de felicidade. E, isso, para mim, basta.
 
 

abril 14, 2016

Opinião | Discos desmaquilhantes P.S...Love this [Primark]




Apesar do crescente interesse por maquilhagem. Ainda não sou uma utilizadora assídua. No entanto, os discos de algodão desmaquilhantes há muito que fazem parte da minha rotina de cuidados com a pele. São inúmeras as lojas e marcas que disponibilizam este produto. Existem nos mais variados formatos e preços. E, por incrível que pareça, é difícil encontrar Os tais. Após várias tentativas falhadas. Posso afirmar que descobri os perfeitos para mim. A todos os níveis:
  • São muito baratos.
  • Não ensopam em demasia o produto, pelo que, são muito fáceis de utilizar.
  • Por serem cosidos não se desfazem durante a utilização.
  • Uma embalagem dura imenso tempo dependendo, claro está, da quantidade que se precisa em cada utilização. No meu caso dura entre um mês e meio a 2 meses.
  • Existem neste formato e num formato ligeiramente maior, perfeito para usar ao desmaquilhar os olhos.
Resumindo e concluindo. Há uns bons meses que estes discos me arrebataram o coração. E espero, sinceramente, que estejam disponíveis por muito tempo. Já que não os pretendo largar tão depressa. E, aqui para nós que ninguém nos ouve, está na hora de ir repor o stock! ;)
Quem por aí também usa estes discos? Considerações? Contem-me tudo!!! ;)

abril 13, 2016

A B C do Estilo | 3 Tendências para a próxima estação

1. Saia plissada. A saia plissada chegou para ficar. É uma peça bastante versátil e fácil de conjugar.  Permite diferentes tipos de coordenados, do mais simples ao mais sofisticado. Pode ser usado por todos os tipos de corpo, sendo que, apenas se pede algum cuidado na escolha do calçado por forma a conseguir uma silhueta equilibrada.
 

 

 
 
2. Bomber jacket. O bomber jacket é outra das peças it da estação. É nada mais que um blusão com um acentuado toque desportivo, o que acaba por tornar a peça mais versátil e descontraída. Permite inúmeras conjugações e o resultado pode ir de um coordenado mais casual a um super elegante e sofisticado.
 

 

 

 

 
 
3. Calçado desportivo. Nomeadamente ténis. Chegaram em força e vieram para ficar. Um pouco influenciados pela recente preocupação com a saúde, a prática regular de exercício físico e a busca pelo conforto. Foram reinventados e modernizados e são uma grande tendência da estação. Dão um toque descontraído  a qualquer coordenado, nomeadamente, aos mais formais.
 

 

 

 
 
 
Qual é a vossa tendência favorita?

abril 07, 2016

A Consultoria de Imagem como ferramenta para mudar os hábitos de consumo

O incentivo ao consumo é cada vez  mais uma prática comum. Todos os dias somos levados a querer ter mais. Cada vez mais. Sempre mais. O mundo da moda é o que mais incentiva ao consumo. As coleções estão em constante atualização. As marcas entopem qualquer caixa de entrada de e-mail com promoções, saldos e afins. E o ser humano dificilmente resiste.
Durante uma boa parte da minha vida consumismo era o meu nome do meio. Gostava sempre de tudo. E precisava sempre de tudo. (Quem nunca!?) Era raro. Para não dizer impossível. Entrar numa loja e não gostar ou querer algo. Estava-me no sangue. O resultado era sempre o mesmo. Ia comprando de tudo um pouco. Nomeadamente e, quase sempre, peças que pouco ou nada tinham a ver comigo. E com a minha personalidade. Com o passar do tempo fui construindo um guarda-roupa que. Verdade seja dita. Nunca foi um reflexo da minha personalidade, estilo ou objetivos de vida. Pode parecer um pouco radical. Mas é a mais pura das verdades. O processo de autoconhecimento pessoal está intimamente ligado à descoberta do estilo pessoal. É sempre um processo longo e que requer disciplina e perseverança. E a descoberta pessoal que fui fazendo nos últimos anos é a maior prova disso.
A descoberta da Consultoria de Imagem trouxe-me muitas mudanças. O facto de finalmente compreender que a minha paixão por moda e beleza não era só um capricho ou motivo de vaidade. O facto de me consciencializar que não é errado ter orgulho na imagem pessoal. E saber que o meu estilo pessoal deve obrigatoriamente ser uma reflexão de mim própria. Deve falar por mim sem serem precisas quaisquer palavras. O facto de descobrir ser possível criar um guarda roupa equilibrado e funcional. Versátil e perfeitamente adequado para qualquer tipo de situação e/ou estação do ano. A maior mudança foi, sem sombra de dúvida, o facto de me ter permitido mudar os meus hábitos de consumo. Com a Consultoria de Imagem aprendi a comprar. E hoje faço o que antes julguei ser impensável. Passo meses inteiros sem comprar qualquer peça de roupa. E não sinto a menor falta. Criar um novo guarda roupa tem sido um objetivo pessoal. Que com calma tem vindo a ser concretizado. Ainda tenho um longo caminho pela frente, bem sei. Mas já não existe mais pressa. Não há mais qualquer "necessidade" de ter esta ou aquela peça. Porque essa necessidade não era real. Nunca foi. Hoje sei comprar as peças certas para o meu tipo de corpo. Sei quais as cores que melhor funcionam para mim. Sei como valorizar e/ou disfarçar certos aspetos do meu corpo.  Poupo tempo, espaço e (muito!) dinheiro. Evito desperdício. E, acima de tudo, mostro respeito por mim.  Sim, mudar hábitos de consumo também é mostrar respeito por cada um de nós. E, nomeadamente, por quem não é respeitado profissionalmente. E é constantemente vítima de exploração e todo o tipo de abuso só para que uma determinada marca disponibilize constantemente novas coleções.
Se considero essencial que qualquer pessoa recorra a uma Consultora de Imagem? Sim, sem a menor dúvida. Principalmente para se conhecer melhor. Compreender que a sua imagem pode e deve falar por si. Aprender a comprar e investir em si. Sim, recorrer a uma Consultora de  Imagem é um investimento em si e na sua imagem. Principalmente porque após o contacto com uma Consultora de Imagem descobrirá o prazer que é divertir-se com a sua roupa. E aprender a transmitir a imagem certa. Ainda são muitas as pessoas reticentes em recorrer à Consultoria de Imagem. Porque é muito caro. Porque é coisa de rico. Porque é coisa de quem não tem que fazer ao dinheiro. Enfim, as desculpas são muitas. Sim, desculpas. Não passam de desculpas esfarrapadas. Se pensarmos sobre o assunto. Investir numa Consulta de Imagem é tão (ou mais válido!) que investir num maço de tabaco, por exemplo. Ao investir numa Consulta de Imagem está a investir em si. Está a mostrar respeito por si. E sempre que mostra respeito por si. É, automática e obrigatoriamente, respeitada/o. Acredite.
 
 

abril 05, 2016

Opinião | Sensibio H2O [Bioderma]


 
 
 
Os produtos de beleza não são exclusivos meus cá por casa. Sou, sem sombra de dúvidas, a mais apaixonada. E fervorosa utilizadora. Mas sendo que somos 3 mulheres. São vários os produtos que se usam e terminam todos os meses. Hoje partilho um produto utilizado pela minha irmã. E a opinião aqui partilhada é exclusivamente dela. Embora eu partilhe algumas considerações...
 

Comecei a utilizar esta água micelar por indicação médica, em Outubro do ano passado.  Agora, 5 meses depois, a primeira impressão mantém-se:
  • Desde a primeira utilização que, por um lado, adoro a praticidade da água (ou seja, depois de uma dia muito cansativo pegar no algodão e com um pouco do produto limpar a cara, sem ter de me preocupar com mais nada é top!) por outro, tem dias que tenho a ligeira impressão que a água não é suficiente para uma limpeza mais profunda.
  • Apesar de, no meu dia-a-dia não usar maquilhagem, por ter a pele híper sensível e com alguns problemas, a médica recomendou apenas usar esta água para o passo da limpeza juntamente com uma pomada à noite e um creme/protetor solar de manhã.
  • Confesso que nos dias em que fico com a sensação de pele pouco limpa recorro a um produto de limpeza que a minha irmã descobriu na farmácia e que se revelou excelente para a minha pele, mas regra geral este é o meu produto de limpeza.
  • É um produto muito suave e sem cheiro.
  • Não irrita nada a pele (e olhem que a minha pele é difícil!!).
Apesar destes sentimentos algo contraditórios é, sem dúvida, um produto a repetir.
 
Quem por aí, também já se rendeu à água micelar?