setembro 29, 2014

ABC do Estilo | Tendências - Capas

Este Outono/Inverno as capas voltam a ser tendência. Depois de algumas estações em que poucas eram as mulheres que as usavam. Nos últimos anos têm vindo a ganhar terreno no guarda-roupa feminino. E este ano estão novamente nas lojas. Com modelos cada vez mais giros. E em materiais cada vez melhores. E com melhores acabamentos.
Sendo uma peça com bastante volume. A capa, quando é usada, deve ser coordenada com peças mais justas ao corpo. Assim não torna a mulher maior do que realmente é. Nem lhe confere volume extra. A melhor forma de a coordenar é com uns skinny jeans ou com saias e vestidos. Assim as pernas. Por norma a parte mais estreita do corpo. Ficam em evidência e dão um equilíbrio maior à silhueta. Mulheres muito altas e esguias podem coordenar a capa com uns jeans de corte direito. No entanto devem ter em atenção que a cintura deve ser bem marcada. Recorrendo a um cinto ou uns jeans ou saia com cintura subida. Aqui, é importante usar a capa aberta para equilibrar a silhueta.
A capa é das minhas peças favoritas. E uma excelente aposta para aqueles dias mais frios. Se ainda não se rendeu às capas. Porque não sabe como conjugar. Porque não sabe se a favorece. O meu conselho é experimente. Experimente. Experimente. Só assim saberá se gosta de se ver com ela. E só assim descobrirá se favorece a sua silhueta.
Se mesmo assim ainda está indecisa em relação às capas. Fique com alguns looks de inspiração...


 

 

 

 

setembro 26, 2014

ABC do Estilo | Tendências - Malhas

As malhas estão na ordem do dia. E são, novamente, uma grande tendência para a nova estação. São perfeitas para dias e noites mais frescas. E que já pedem um agasalho. São das peças mais confortáveis de qualquer guarda-roupa e permitem combinações infinitas. Com os mais diversos materiais. E texturas. No entanto, há que ter em atenção que não devem ser usadas de qualquer maneira:
  • Por serem peças com algum volume é importante ter em atenção o tipo de malha que se escolhe. Isto porque, as malhas mais finas criam um efeito de menor volume que as malhas mais grossas. Logo se, o objetivo é disfarçar uma zona com mais volume, as malhas não são uma boa opção.
  • Por serem peças com pouca estrutura, o uso de um cinto pode fazer milagres pela definição da vossa cintura.
  • É importante contrabalançar o volume que as malhas criam optando por calças mais justas, por exemplo.
  • Conferem um toque bastante casual a qualquer look.
  • Os acessórios de malha como cachecóis, gorros ou chapéus são perfeitos para aqueles dias frios em que o aconchego e conforto são palavras de ordem.
Fiquem com alguns looks de inspiração...
 

 

 
 

setembro 24, 2014

Estilo | Last friday's details...



 

 

 

 
 
T-shirt Lefties (presente de aniversário, obrigada A.!)
Top Zara
Jeans Salsa
Sabrinas Lanidor
Mala Uterqüe

setembro 19, 2014

Estilo | Just another day at the office...

O meu "escritório" como sabem é a biblioteca. Uma qualquer biblioteca deste país. Desde que tenha wi-fi. Gosto de trabalhar na biblioteca. Pelo sossego. Pela ausência de distrações. E por ter todo um mundo de informação mesmo ali ao lado sempre que preciso. E aqui refiro-me aos livros, como é óbvio. Num dia em que o tempo esteve para lá de manhoso. Um dia cinzento. E com muita chuva à mistura. E uma vez que os planos eram mesmo passar a tarde toda a trabalhar na biblioteca. Optei por um coordenado do mais básico e confortável que há.


 

 

Malha Zara
T-shirt Zara
Jeans Salsa
Sapatilhas Merrell

setembro 16, 2014

Estilo | Last saturday's details



 

 
 
Túnica Primark
Top Zara
Jeans Salsa
Sabrinas Lanidor
Clutch Iquantascores
Pulseiras Mango

setembro 08, 2014

setembro 04, 2014

ABC do Estilo | Como organizar o roupeiro

Setembro rima com (re)organização.
E porque não começar pelo roupeiro?
Se ainda tem dúvidas sobre como organizar o seu roupeiro fique atento:
 
1. Retire tudo do roupeiro e faça uma limpeza. Coloque toda a roupa em cima da cama e terá uma real noção das peças que possui.
 
2. Livre-se do que está a mais. Separe a roupa por pilhas, tendo em consideração:
  • O que vai doar (peças que já não usa, não gosta ou não servem mas que se encontram em perfeitas condições).
  • O que vai deitar fora (peças que estão efetivamente em mau estado).
  • O que vai reaproveitar (peças que precisam de qualquer arranjo de costura).
3. Aproveite todo o espaço do roupeiro. Recorra a prateleiras, varões, módulos de gavetas ou caixas para guardar as peças que vão voltar ao armário.
 
4. Aproveite o topo do roupeiro para guardar peças e acessórios que usa com menor regularidade. Malas de viagem e calçado de outra coleção ficarão muito bem armazenadas nesse local.
 
5. Mantenha bem visível tudo o que usa com maior regularidade. Escolha as partes centrais para colocar essas peças e acessórios.
 
6. Escolha o seu método de organização favorito. Pode organizar a roupa por cor, por tipo de peça, por função. Ou se preferir pode usar todos os métodos em conjunto que com toda a certeza conseguirá ter um roupeiro bastante harmonioso e funcional.
 
7. Organize os varões do roupeiro por alturas. Pode ter um varão superior para colocar os casacos compridos e/ou vestidos e um inferior para colocar os jeans, camisas, casacos curtos, calções e saias.
 
8. Use cabides iguais. Dê preferência a cabides da mesma cor e material, variando apenas no tipo de peça que nele coloca. Coloque os cabides todos virados para a mesma direção. Tenha especial atenção ao facto de ser importante colocar apenas uma peça por cabide. Assim, para além de um roupeiro organizado terá a real noção de toda a roupa que possui.
 
9. Use as prateleiras a seu favor. São a opção ideal para guardar peças que se amarrotam facilmente, malas, cintos e, porque não, sapatos?
 
10. Aproveite ao máximo as portas do roupeiro. Principalmente se não forem de correr. Use-as para fixar todo o tipo de suportes. Para cintos, colares, lenços...
 
11. Organize as gavetas do roupeiro. São as suas maiores aliadas no que respeita a guardar acessórios, peças de roupa dobradas, roupa interior, roupa desportiva, roupa de dormir, etc. Sem nunca esquecer de rentabilizar o seu espaço recorrendo a organizadores de gavetas disponíveis em grande parte das lojas de acessórios para a casa.
 
12. Organize os acessórios. Pode optar por usar caixas para os guardar ou, se preferir, os próprios organizadores de gavetas. O importante é manter os acessórios bem visíveis para quando chega a hora de escolher qual vai usar.
 
13. Organize as gravatas. Pode optar por usar varões próprios para as colocar ou, se preferir, os próprios organizadores de gavetas. Assim, ao abrir a gaveta, verá tudo o que nela se encontra.
 
14. Organize as malas. Pode optar por colocá-las em prateleiras, em varões próprios ou em suportes que pode colocar na porta do roupeiro.
 
15. Organize os sapatos. Se não tiver espaço para uma sapateira pode optar por guardá-los em caixas próprias e devidamente identificadas dentro do roupeiro na parte de baixo como a última prateleira, por exemplo.

Nota: Se mesmo assim não tiver tempo. Paciência. Ou vontade de o fazer. A Lima Limão pode ajudar. Consulte aqui o serviço Organização do Guarda Roupa.

setembro 02, 2014

ABC do Estilo | Dicionário de calçado

Setembro rima com regresso. À rotina. E à vida profissional. Regressar à vida profissional rima com regressar ao salto alto. Vida profissional não rima, obrigatoriamente com salto alto. Até porque são cada vez mais as opções. Se não atentem:


Alpargatas: sapatos rasos, muito usados por nuestros hermanos, feitos de tecido (liso ou com padrões) e sola de corda. Podem ou não atar no tornozelo e, atualmente, já há modelos com salto. Das versões mais baratas  às dos grandes criadores de moda, há alpargatas para todos os gostos (e carteiras).
 
Babouche: sapatos originários dos países árabes. São chinelos sem saltos, geralmente de couro, usados por homens e mulheres. As de estilo marroquino são as mais conhecidas, e podem ser simples ou com enfeites. Basicamente, são aquilo a que chamamos de sapatinhos de Aladino.
 
D'Orsay: sapatos abertos lateralmente e que revelam o arco do pé. O espanhol Manolo Blanik é um especialista neste modelo.
 
Gladiadoras: sandálias inspiradas nos gladiadores romanos, compostas por várias tiras. Podem ir até ao joelho ou ser mais curtas. Regra geral, são de couro.
 
Mary Janes: modelo de sapato parecido com o que as crianças costumam usar. Podem ter vários formatos, ser de salto ou baixo, redondo ou bicudos. São caracterizados por uma tira que cruza o pé.
 
Mocassins: apesar de, tradicionalmente, os mocassins serem um tipo de sapato masculino, existem muitas versões femininas, cada vez mais na moda. São sapatos rasos que não necessitam de atacadores ou nenhum outro sistema de fecho. Os mocassins originais foram criados pelos nativos americanos, mas nos dias que correm são de várias formas e materiais. Podem ter berloques ou franjas (kiltie loafers). Os mocassins penny, aqueles que mais se assemelham aos tradicionais sapatos usados pelos homens, são dos modelos femininos mais trendy nos dias que correm, assim como os de salto alto. São também conhecidos por slip ons ou loafers.
 
Mules: sapatos totalmente abertos atrás e fechados à frente. São conhecidos como uma versão mais sofisticada de socas. O salto vai do raso ao muito alto.
 
Oxford shoes: sapatos com atacadores. Existem modelos de salto alto. Também conhecidos por lace ups.
 
Peep toes: sapatos com uma abertura frontal que deixa a descoberto uma parte dos dedos, mas não todos.
 
Plataformas: o termo está ligado à sola e não ao salto, tratando-se de uma área mais alta por debaixo do sapato. As plataformas são aplicáveis a vários tipos de sandálias e também a botas.
 
Pumps: são um dos modelos de sapatos femininos mais populares. São simples, de salto alto, fechados no calcanhar e na zona dos dedos. Geralmente, são arredondados, mas podem também ser bicudos. Os mais comuns não levam qualquer tipo de acessório ou decoração.
 
Sabrinas: também conhecidas por bailarinas, por se assemelharem às sapatilhas de ballet. São rasas e sem salto. O modelo original é completamente fechado, apesar de também existirem também versões abertas à frente. Podem ser usadas tanto para um look mais casual como mais elegante.
 
Scarpin: sapato fechado, de bico fino, ou arredondado ou quadrado, com saltos entre 4 a 10 centímetros.
 
Sling backs: sandálias presas com uma tira no calcanhar. Podem ser abertas ou fechadas à frente.
 
Slide: parecidas com as mules, mas abertas à frente. Têm uma ou várias tiras a cobrir o peito do pé.
 
Socas: também conhecidas por clogs. São sapatos abertos no calcanhar, com saltos e solas de madeira, ambos largos. São inspirados nas  socas tradicionais.
 
Spectator: sapatos com duas ou mais cores diferentes e detalhes perfurados e recortados. A combinação mais comum é branco e preto.
 
Stiletto: sapatos bicudos de salto muito, muito alto (superior a 10 centímetros) e fino.
 
T-strap: sapatos com uma tira em forma de T que percorre o peito do pé verticalmente e prende na zona do tornozelo. Aplica-se a vários tipos de sapatos e sandálias.
 
Wedges: sapatos cuja sola acompanha todo o sapato, da ponta ao salto. Vulgarmente conhecidos por cunhas. O salto pode ser médio ou alto.

 
*in Estilo disse ela, Ana Garcia Martins