Setembro 02, 2014

Dicionário de calçado

Setembro rima com regresso. À rotina. E à vida profissional. Regressar à vida profissional rima com regressar ao salto alto. Vida profissional não rima, obrigatoriamente com salto alto. Até porque são cada vez mais as opções. Se não atentem:


Alpargatas: sapatos rasos, muito usados por nuestros hermanos, feitos de tecido (liso ou com padrões) e sola de corda. Podem ou não atar no tornozelo e, atualmente, já há modelos com salto. Das versões mais baratas  às dos grandes criadores de moda, há alpargatas para todos os gostos (e carteiras).
 
Babouche: sapatos originários dos países árabes. São chinelos sem saltos, geralmente de couro, usados por homens e mulheres. As de estilo marroquino são as mais conhecidas, e podem ser simples ou com enfeites. Basicamente, são aquilo a que chamamos de sapatinhos de Aladino.
 
D'Orsay: sapatos abertos lateralmente e que revelam o arco do pé. O espanhol Manolo Blanik é um especialista neste modelo.
 
Gladiadoras: sandálias inspiradas nos gladiadores romanos, compostas por várias tiras. Podem ir até ao joelho ou ser mais curtas. Regra geral, são de couro.
 
Mary Janes: modelo de sapato parecido com o que as crianças costumam usar. Podem ter vários formatos, ser de salto ou baixo, redondo ou bicudos. São caracterizados por uma tira que cruza o pé.
 
Mocassins: apesar de, tradicionalmente, os mocassins serem um tipo de sapato masculino, existem muitas versões femininas, cada vez mais na moda. São sapatos rasos que não necessitam de atacadores ou nenhum outro sistema de fecho. Os mocassins originais foram criados pelos nativos americanos, mas nos dias que correm são de várias formas e materiais. Podem ter berloques ou franjas (kiltie loafers). Os mocassins penny, aqueles que mais se assemelham aos tradicionais sapatos usados pelos homens, são dos modelos femininos mais trendy nos dias que correm, assim como os de salto alto. São também conhecidos por slip ons ou loafers.
 
Mules: sapatos totalmente abertos atrás e fechados à frente. São conhecidos como uma versão mais sofisticada de socas. O salto vai do raso ao muito alto.
 
Oxford shoes: sapatos com atacadores. Existem modelos de salto alto. Também conhecidos por lace ups.
 
Peep toes: sapatos com uma abertura frontal que deixa a descoberto uma parte dos dedos, mas não todos.
 
Plataformas: o termo está ligado à sola e não ao salto, tratando-se de uma área mais alta por debaixo do sapato. As plataformas são aplicáveis a vários tipos de sandálias e também a botas.
 
Pumps: são um dos modelos de sapatos femininos mais populares. São simples, de salto alto, fechados no calcanhar e na zona dos dedos. Geralmente, são arredondados, mas podem também ser bicudos. Os mais comuns não levam qualquer tipo de acessório ou decoração.
 
Sabrinas: também conhecidas por bailarinas, por se assemelharem às sapatilhas de ballet. São rasas e sem salto. O modelo original é completamente fechado, apesar de também existirem também versões abertas à frente. Podem ser usadas tanto para um look mais casual como mais elegante.
 
Scarpin: sapato fechado, de bico fino, ou arredondado ou quadrado, com saltos entre 4 a 10 centímetros.
 
Sling backs: sandálias presas com uma tira no calcanhar. Podem ser abertas ou fechadas à frente.
 
Slide: parecidas com as mules, mas abertas à frente. Têm uma ou várias tiras a cobrir o peito do pé.
 
Socas: também conhecidas por clogs. São sapatos abertos no calcanhar, com saltos e solas de madeira, ambos largos. São inspirados nas  socas tradicionais.
 
Spectator: sapatos com duas ou mais cores diferentes e detalhes perfurados e recortados. A combinação mais comum é branco e preto.
 
Stiletto: sapatos bicudos de salto muito, muito alto (superior a 10 centímetros) e fino.
 
T-strap: sapatos com uma tira em forma de T que percorre o peito do pé verticalmente e prende na zona do tornozelo. Aplica-se a vários tipos de sapatos e sandálias.
 
Wedges: sapatos cuja sola acompanha todo o sapato, da ponta ao salto. Vulgarmente conhecidos por cunhas. O salto pode ser médio ou alto.

 
*in Estilo disse ela, Ana Garcia Martins

Setembro 01, 2014

Olá Setembro!



Setembro rima com regresso. Setembro rima com recomeço. Setembro é o meu mês. O mês do meu aniversário. O mês em que dou início ao meu ano. Porque se pensarmos bem o ano começa no nosso aniversário. E não a cada dia 1 de Janeiro. Exceção feita a quem comemora o seu aniversário nesse dia. Claro está! E o meu ano começa dentro de alguns dias. Até lá é altura de refletir no ano que termina. O que se conquistou. O que se deixou para trás. O que nos fez sorrir. E chorar. O que queremos. E o que já não queremos. Principalmente o que já não queremos. O que já não nos faz falta.
Setembro rima com recomeço. E recomeço rima com novo início. Com novos objetivos. Com novos propósitos. Com uma nova imagem. A do blogue. E da qual estamos fãs.
Como não queremos apenas melhorar a nossa imagem. Mas também a de quem nos segue.
Hoje TODOS os serviços contratualizados até às 21h usufruem de um desconto de 20%!
Quem se arrisca a mudar?

Agosto 31, 2014

Favorito do mês



Wiko Bloom, o meu brinquedo novo

Agosto 30, 2014

Sugestões Lima Limão

Bom fim de semana gente gira!!!


Agosto 29, 2014

Agenda Cultural | Cinema



Sinopse
 
Desde sempre que a família Kadam convive de perto com todas as subtilezas do mundo da culinária: os seus cheiros, sabores e segredos mais delicados. Agora, depois de serem obrigados a deixar a sua Índia natal, os Kadam instalam-se numa pequena e pitoresca aldeia no Sul de França, que julgam ser o local ideal para abrir um restaurante cujos sabores especiais cativem o paladar dos seus habitantes. O lugar parece-lhes perfeito até conhecerem a sofisticada e pouco amistosa Madame Mallory. Proprietária de um elegantíssimo restaurante de alta cozinha francesa galardoado com uma estrela Michelin – e que se situa a apenas cem passos dali –, ela não está nada interessada em dividir a clientela. O problema agudiza-se quando descobre que Hassan, o filho mais velho dos Kadam, tem realmente um talento nato para a arte culinária. Determinada a não perder o protagonismo, ela inicia uma guerra contra os seus novos vizinhos que apenas terminará quando tiver a humildade de se render aos sabores da cozinha indiana, dividindo os seus conhecimentos com os deles...
 
Domingo rima com cinema. Cinema rima com pipocas. Um filme lindíssimo. A melhor das companhias. Uma noite bastante agradável.
 
A devoradora de pipocas que há em mim voltou a atacar! :)